Blog de Cláudio Goes


Presidente do PPS acredita que candidatura


de Adriano Galdino será rifada em Campina Grande

 

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O Presidente do PPS em Campina Grande, Laerte Mello, disse que, a exemplo de João Pessoa, a candidatura do PSB à Prefeitura de Campina Grande também será modificada pelos mesmos motivos de não ter emplacado e o nome de Adriano Galdino ser estranho ao dia a dia do campinense.


O caminho natural, segundo Laerte, é o PSB indicar o vice do candidato Artur Bolinha, do PPS, como forma de reciprocidade pelo apoio que o seu partido deverá dar á candidata do governador Ricardo Coutinho, na Capital, à professora Cida Ramos. Laerte vai procurar o presidente estadual do PPS, Nonato Bandeira, vice-prefeito da Capital, para que ele faça essa sugestão ao governador.

Dos nomes do PSB, Laerte Mello aponta o do chefe de gabinete do Governo, o professor Fábio Maia, para compor a vice com Artur Bolinha na disputa pela prefeitura de Campina. “Seria um bom nome. Propositivo, Fábio é um professor renomado, de fino trato, por que não?“, completou.

Para o dirigente do PPS, as pessoas não aguentam mais a forma antiquada de administrar a cidade. "Essas candidaturas atuais já não têm mais vez no atual cenário político de Campina. Hoje a informação circula mais rapidamente e não é mais possível enganar com tanta facilidade.”

Ele disse que o nome do empresário Artur Bolinha vai empreender um ritmo mais moderno, mais humanista na gestão, estabelecendo uma relação mais direta com a sociedade. "Sem esse clientelismo, essa partilha simples por cargos, que não leva em consideração o equilíbrio financeiro da máquina pública e o desenvolvimento econômico e social de Campina e região", complementou.

 



Escrito por dudagoes às 08h35
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Essa casa um dia cai

'Lava Jato' pega Vitalzinho e Janot pede ao STF para investigá-lo

O ministro Vital do Rego Filho, acusado de receber “pedágios” ao tempo em que foi senador da República e presidente da CPI da Petrobrás e, com isso, evitar que empresários envolvidos em ilícitos prestassem depoimentos, blindando-os sobre os crimes, deverá ser investigado pela Procuradoria Geral da República, dentro da Operação Lava Jato.

Por ter foro privilegiado, o pedido de autorização foi encaminhado ao STF sexta-feira (29) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, quer lastreia o arrazoado com base nas informações prestadas à Justiça, em delação premiada, pelo senador e ex-Líder do Governo Delcídio do Amaral (sem partido-MS).

Além de Vitalzinho, Janot pretende abrir inquéritos também contra o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva (PT-SP), que atuou como tesoureiro da campanha presidencial do PT em 2014, e contra o ex-presidente da Câmara Marco Maia (PT-RS).

Os pedidos de abertura de inquérito ainda precisam ser analisados pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo.

Aécio, Marco Maia e Vital do Rêgo ainda não são investigados pela Lava Jato. Se Teori autorizar, será o primeiro inquérito contra eles.

Edinho SIlva já é alvo de um inquérito baseado na delação premiada do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa. Esse poderá ser o segundo inquérito contra o ministro da Comunicação Social na Lava Jato.

Réu em uma das ações penais em tramitação no Supremo que investigam o esquema de corrupção que atuava na Petrobras, Eduardo Cunha é alvo de outros quatro inquéritos da Lava Jato. Esse seria o sexto procedimento da Procuradoria Geral da República contra o presidente da Câmara.

Além dos quatro pedidos de abertura de inquérito, Janot também solicitou ao STF autorização para incluir citações feitas por Delcídio do Amaral a integrantes da cúpula do PMDB – Edison Lobão, Valdir Raupp e Renan Calheiros – em nove inquéritos já instaurados, entre os quais o principal inquérito da Lava Jato, que apura se houve uma quadrilha para fraudar a estatal do petróleo. Eles foram citados por desvios no Ministério de Minas e Energia e na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

O QUE DIZEM OS SUSPEITOS

Em nota divulgada por sua assessoria, Aécio afirmou que considera “absolutamente natural e necessário” que as investigações sejam feitas. Segundo o parlamentar tucano, a apuração irá demonstrar, “como já ocorreu outras vezes, a correção da sua conduta”.

“Como o próprio senador Delcídio declarou recentemente, as citações que fez ao nome do senador Aécio foram todas por ouvir dizer, não existindo nenhuma prova ou indício de qualquer irregularidade que tivesse sido cometida por ele. Trata-se de temas antigos, que já foram objetos de investigações anteriores, quando foram arquivados, ou de temas que não guardam nenhuma relação com o senador”, observa trecho do comunicado divulgado por Aécio.

Também por meio de nota, Edinho Silva disse que é “favorável à apuração de todos os fatos” com relação a atuação dele como tesoureiro da campanha de Dilma na eleição de 2014.

“Sempre agi de maneira ética, correta e dentro da legalidade. As afirmações do senador Delcídio Amaral são mentiras escandalosas. Jamais orientei o senador a “esquentar” doações, jamais mantive contato com as mencionadas empresas, antes ou durante a campanha eleitoral. As doações para a campanha de Dilma Rousseff em 2014 estão todas declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral, bem como seus fornecedores. As contas da campanha foram todas aprovadas por unanimidade pelos ministros do TSE”, destacou o ministro da Comunicação Social na nota.

O G1 entrou em contato com as assessorias de Cunha e Vital do Rêgo, mas até a última atualização da reportagem ainda não havia obtido resposta.

A assessoria do deputado Marco Maia informou que divulgará uma nota para comentar o pedido feito ao STF pelo procurador-geral da República.

AS SUSPEITAS

Todos os pedidos se baseiam na delação premiada de Delcídio. No termo de colaboração número 4, Delcídio cita a participação de Aécio Neves e Eduardo Cunha em irregularidades em esquema na diretoria de Furnas. A Procuradoria pediu para separar para que Aécio e Cunha sejam investigados em procedimentos diferentes.

Em relação a Aécio Neves, Delcídio disse que um “grande esquema de corrupção” era operado por Dimas Toledo e que o esquema “atendia interesses espúrios do PP e do PSDB”, e após 2002, do PT. O senador sul-matogrossense disse ainda na delação que “um dos beneficiários dos valores ilícitos sem dúvida foi Aécio Neves”.

Sobre Eduardo Cunha, Delcídio afirmou que o presidente da Câmara recebeu dinheiro desviado e que era ligado à diretoria de Furnas.

Em outro termo de delação, o número 10, o ex-líder do governo afirmou que Edinho Silva utilizou a empresa farmacêutica EMS para pagar empresas prestadoras de serviços da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2014.

CPI DA PETROBRÁS

No termo de colaboração 17, Delcídio do Amaral contou que houve um esquema para impedir convocações na CPMI da Petrobras, e que participaram os deputados Marco Maia e o atual ministro do TCU Vital do Rêgo.

Em março, quando veio à tona o conteúdo da delação de Delcídio, Marco Maia divulgou nota na qual negou que fizesse parte do esquema de corrupção que atuava na Petrobras e criticou o conteúdo da delação de Delcídio.

“Tal situação só se justifica pela tentativa de vingança, já que fui o primeiro a pedir o indiciamento de Nestor Cerveró, reconhecido amigo do ora delator”, escreveu à época o parlamentar petista.

O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) também foi citado nesse contexto, mas os fatos sobre ele estão em apuração na primeira instância porque ele perdeu o foro privilegiado ao deixar de ser parlamentar. Nesse caso, além de pedir abertura de inquérito, a Procuradoria quer ouvir depoimentos de Gim e de diversos empreiteiros.

Fonte: G1 -  www.apalavraonline.com.br)



Escrito por dudagoes às 16h19
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Cine Clube ACI exibi filme sobre Wilson Simonal


                       

O Cine Clube da ACI – Associação Campinense de Imprensa, abre suas portas nesta terça-feira, a partir das 19 horas, para a exibição do filme SIMONAL – NINGUÉM SABE O DURO QUE DEI!. No filme, é contada a história de Wilson Simonal, cantor brasileiro de grande sucesso nacional e internacional durante os anos de 1960 e início de 1970.

Quando estava no auge, viu-se envolvido em um crime contra seu ex-contador (Raphael Viviani que dá um depoimento sobre o seu sequestro e tortura nas dependências do DOPS em 1971), e em função disso teria sido acusado de ser "informante" dos orgãos de repressão da Ditadura Militar que governava o país à época. Isso levou a sofrer um boicote de mais de 20 anos da classe artística e intelectual do país, contrária a ditadura, o que o levou a praticamente encerrar sua carreira.

Além das imagens de antigos shows, programas e noticiários de televisão, que incluem cenas raras como duetos com Elis Regina e Sarah Vaughan, a trajetória do artista é contada por pessoas que o conheceram de perto, tais como Pelé, Chico Anysio, Toni Tornado, Nelson Motta, além de seus filhos Simoninha e Max de Castro e sua segunda mulher, Sandra Cerqueira, que relata os últimos anos de debilidade física e dificuldades do cantor e a luta para limpar o seu nome.

O Cine Clube ACI tem a coordenação do professor e jornalista Romero Azevedo.

 

Mais informações pelo telefone 982024343



Escrito por dudagoes às 17h29
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Cobiçado, PP da Câmara 'coleciona' líderes envolvidos em casos de corrupção

Do UOL, em Brasília

  • Rodrigo Nunes/Ministério das Cidades

    Aguinaldo Ribeiro, atual líder do PP, é investigado pela Operação Lava Jato

    Aguinaldo Ribeiro, atual líder do PP, é investigado pela Operação Lava Jato

Dono da quarta maior bancada da Câmara dos Deputados, com 49 parlamentares, o PP se transformou em uma das "noivas políticas" mais cobiçadas do governo, sobretudo após a saída oficial do PMDB da base aliada. Mas não é só o número de parlamentares que chama a atenção no PP. Além de ser o partido com o maior número de parlamentares investigados pela operação Lava Jato (32), todos os oito últimos líderes do partido na Câmara tiveram seus nomes envolvidos em escândalos de corrupção.

Os 49 deputados do PP são vistos como fundamentais pelo governo para barrar o processo de impeachment que tramita contra a presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados. Para que o processo seja aprovado pela Casa, são necessários 342 votos favoráveis.

Na Câmara, o governo enterra o processo se conseguir 172 votos contrários ou se a oposição não conseguir os 342 a favor. Com apenas 58 deputados, o PT viu seus planos de barrar o impeachment ficarem mais difíceis depois que o PMDB anunciou sua saída oficial da base governista no dia 29. O PMDB, maior partido da Câmara, tem 68 deputados.

O fato de que todos os últimos oito líderes do PP são investigados ou já foram condenados por escândalos de corrupção é especialmente relevante porque é justamente com as lideranças do partido na Câmara que o governo terá que negociar para recompor sua base. Entre os ministérios que o governo cogita dar ao PP para ampliar seu apoio contra o impeachment estão o da Saúde (atualmente ocupado por Marcelo Castro, do PMDB) e o da Educação (atualmente ocupado pelo petista Aloizio Mercadante). 

Tido como uma sigla média, o PP já foi aliado do PSDB durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique (1995 a 2003) e, assim como o PMDB, também migrou para a base do governo do PT ao longo dos últimos anos. Ocupando ministérios desde o primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o PP se consolidou como um dos principais partidos da coalizão do governo Lula e da presidente Dilma, garantindo a aprovação de matérias importantes ao governo tanto na Câmara quanto no Senado.

Dois dos principais escândalos de corrupção da história recente do país, mensalão e Lava Jato, envolveram todos os oito líderes e ex-líderes do PP na Câmara desde 2003.

Mensalão

Entre os que se viram envolvidos pelo mensalão estão Pedro Henry (MT) e José Janene (PR).

 

Montagem UOL
Pedro Henry foi condenado no mensalão

 

Pedro Henry foi líder do PP na Câmara entre 2003 e 2005. Em 2007, ele virou réu no caso do mensalão.

Em 2012, Henry foi condenado pelo STF(Supremo Tribunal Federal) a sete anos e dois meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. 

Outro líder do PP envolvido no mensalão foi José Janene. Ele liderou o PP na Câmara entre 2005 e 2006. Depois que o mensalão foi revelado pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) , Janene passou por um processo por quebra de decoro parlamentar na Câmara dos Deputados.

Em 2006, ele foi absolvido pelo plenário da Câmara e conseguiu manter seu mandato. 

No mesmo ano, ele foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) como sendo o responsável pelo acordo entre o PP e o PT que viabilizava o mensalão. Janene morreu em 2010 devido a problemas cardíacos e não chegou a ser processado. 

Lava Jato

Já o esquema da Lava Jato envolve nada menos que seis dos últimos oito líderes e ex-líderes do PP na Câmara: Mário Negromonte (BA), João Pizzolatti (SC), Nelson Neurer (PR), Aguinaldo Ribeiro (PB), Arthur Lira (AL) e Eduardo da Fonte (PE).

Mário Negromonte ficou no cargo entre 2006 e 2010, ano em que assumiu o Ministério das Cidades. Em 2012, ele deixou o órgão após suspeitas de que membros de sua equipe teriam feito ingerências para que obras da Copa do Mundo em Cuiabá (MT) ficassem mais caras. 

 

Alan Marques/Folhapress
Ex-ministro Mário Negromonte foi denunciado na Lava Jato

 

À época, Negromonte negou as acusações. Em 2015, porém, ele foi incluído na lista de políticos investigados pela Operação Lava Jato e nesta semana, ele foi denunciado pela PGR por corrupção e ocultação de bens. Ele também nega as acusações. 

João Pizzolatti (SC) liderou o PP na Câmara entre 2010 e 2011. Em 2015, ele foi incluído na lista de políticos a serem investigados por participarem do esquema de desvios de recursos da Petrobras apurado pela Operação Lava Jato. No dia 30 de março, Pizzolatti foi denunciado pela PGR por corrupção e ocultação de bens. Ele nega as acusações. 

Nelson Meurer (PR), que foi líder do PP na Câmara em 2011, foi citado por delatores da Operação Lava Jato e é suspeito de ter recebido R$ 500 mil em propina para financiar sua campanha de 2010. Em outubro de 2015, ele foi denunciado pela PGR ao STF. Ele nega as acusações. 

O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, Arthur Lira (AL), liderou o PP entre 2012 e 2013. De acordo com as investigações da Operação Lava Jato, ele pediu R$ 1 milhão ao empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, uma das empresas investigadas no caso. O doleiro Alberto Youssef, um dos principais delatores do esquema, também citou Lira em seus depoimentos à Justiça e disse que o parlamentar teve uma dívida de R$ 200 mil com dinheiro de propina.

No dia 24 de fevereiro, o STF determinou o sequestro de bens de Lira e de seu pai, o senador Benedito de Lira (PP-AL), também investigado pela Operação Lava Jato. Os dois negam as suspeitas de participação no esquema. No último dia 30, Arthur Lira foi denunciado pela PGR por corrupção passiva e ocultação de bens. O STF ainda não decidiu se ele se tornará réu ou não.

Eduardo da Fonte (PE) liderou o partido entre 2013 e 2016. Em 2015, ele foi incluído na lista dos políticos investigados pela PGR por suspeitas de participação no esquema apurado pela Operação Lava Jato. Ele foi citado por pelo menos dois delatores: Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef. O doleiro disse que Da Fonte fazia parte de uma lista de políticos que recebia valores que variavam entre R$ 30 mil e R$ 150 mil por mês em dinheiro oriundo de propina. Questionado sobre o assunto, da Fonte afirmou que os inquéritos contra ele são apenas investigações e que não há condenação contra ele. 

Aguinaldo Ribeiro, atual líder do PP, também comandou o partido entre 2011 e 2012. Ele é investigado pela Operação Lava Jato e é suspeito de ter sido beneficiado pelo esquema de desvio de recursos da Petrobras. Segundo o doleiro Alberto Youssef, ele faria parte de um grupo de parlamentares que recebiam valores mensais a título de propina. 

Consultado sobre o assunto, Ribeiro afirma "não ter o que temer" e diz ser favorável às investigações.



Escrito por dudagoes às 09h17
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Seminário na Associação Comercial

ensina como fazer negócios na internet

 Iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico

vai mostrar como abrir e operar loja uma loja no mundo digital

A Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande sedia, nesta terça-feira (05), a partir das 08 horas, seminário promovido pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara e-net) para ensinar micros, pequenos e médios empreendedores a abrir, operar e divulgar uma loja na internet. Denominado de Ciclo MPE a série de seminários gratuitos acontece até às 17h30.

O evento oferecerá aos empreendedores a oportunidade de aprender como criar e desenvolver seu comércio eletrônico. Para quem ainda não está na Internet, as capacitações mostram como planejar, estruturar, operar e divulgar uma loja virtual. Para aqueles já têm o seu negócio on-line, o curso oferece a oportunidade de aprimoramento. São 150 vagas.

Os seminários estão divididos em palestras de 45 minutos de duração, abordando três áreas: Planejamento e Infraestrutura, Operação e Marketing. Ao final dos seminários haverá uma oficina, também gratuita, para os participantes interessados em acompanhar a criação de uma loja virtual na prática.

O e-commerce tem gerado novas oportunidades de negócios e alcançado índices de crescimento significativo nos últimos anos. De acordo com os dados do e-commerce divulgados na 33ª edição do Webshoppers – relatório da E-BIT divulgado em fevereiro/2016, os números mais recentes, são os seguintes:

Em 2015, o comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 41,3 bilhões, com crescimento de 15,3% em relação a 2014 – número que impressiona se considerarmos o período de recessão econômica no país. Só na Black Friday (que aconteceu em 27/11), foi movimentado mais de R$ 1,5 bilhão em um único dia.

Para 2016, a estimativa é que o crescimento seja menor em função da crise, mas, ainda sim, será expressivo e deve ficar na casa dos 8%, atingindo R$ 44,6 bilhões.

Hoje, o comércio eletrônico já é fonte de renda e de emprego para diversos empresários e famílias, muitos dos quais vivem exclusivamente do e-commerce

O objetivo do Ciclo MPE é estimular a abertura de novas lojas virtuais e a adaptação das já existentes às normas de segurança, conduta e boas práticas que dão maior credibilidade ao comércio eletrônico.

SERVIÇO

Quando: 05/04, das 8h às 17h30

Local: Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande

Endereço: Av. Floriano Peixoto, 715, 1º andar, centro, Campina Grande/PB

Inscrições gratuitas e a programação completa no site: http://www.ciclo-mpe.net/web/inscricao/index/eventid/137



Escrito por dudagoes às 16h17
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Milhas da Serra deve atrair atletas de vários estados

Já estão abertas as inscrições para a primeira edição da corrida “5 Milhas da Serra”, que será realizada no dia 17 de Abril, com largada e chegada no Viaduto Elpídio de Almeida, um dos cartões postais de Campina Grande.

A corrida será realizada pela primeira vez, mas já promete entrar no calendário de provas da região.  A expectativa dos organizadores é de que mil competidores participem da prova divididos nos dois percursos, 4 km e 5 milhas. Muitos atletas de outros estados nordestinos já confirmaram presença! As inscrições podem ser efetuadas até o dia 4 de abril pelo site oficial do evento (www.5milhasdaserra.com.br).

No sábado que antecede a prova os atletas participarão de um workshop com temas relacionados à corrida de rua, ministrados por profissionais de educação física especialistas no assunto. Também serão montados stands com lançamentos de produtos ligados à prática esportiva e de patrocinadores.

 

Percurso

Com concentração e largada no Viaduto Elpídio de Almeida, os competidores seguem pela Avenida Floriano Peixoto, seguindo reto até o Terminal de Integração, Câmara Municipal (Retorno 4 km), voltando para a Avenida Floriano Peixoto, contornando a rotatória próxima ao Ginásio O Meninão e retornando ao ponto de partida.

Agentes da Superintendência de Trânsito e Transporte Público (STTP) vão interditar alguns pontos para garantir a segurança dos atletas, pedestres, motoristas e dos moradores da região. Toda a extensão para a prova será sinalizada, inclusive por cones e placas indicativas.

 

Premiação

Os três primeiros colocados de cada percurso – nas categorias feminino e masculino – serão premiados com troféus e bolsas na Academia Korpus. Todos os atletas devidamente inscritos que cruzarem a linha de chegada receberão medalha de participação.

As 5 Milhas da Serra é uma realização da Agência Tudo de Marketing Digital em parceria com a VO2 Assessoria Esportiva. Mais informações: (83) 9.8876.4457.



Escrito por dudagoes às 16h10
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Poços artesianos no Parque do Povo vão garantir abastecimento durante o São João 

 

Não haverá problema de abastecimento de água na área do Parque do Povo durante a
realização do Maior São João do Mundo, edição de 2016. Isto porque o governo municipal concluiu a implantação de quatro poços artesianos na maior área de lazer da cidade e nas suas imediações. Em 2015 a PMCG implantou um poço, mas, agora, serão mais três equipamentos deste nível.

De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Fábio Agra Medeiros, em um dos poços a vazão é de 640 litros de água por hora. Em outro poço este número sobe para uma vazão que chega até dois mil litros por hora. Em sua avaliação, os poços serão um fator de grande importância para proporcionar segurança hídrica aos que vão trabalhar ou prestigiar os festejos juninos no Parque do Povo. “Todo este volume do chamado precioso líquido vai contribuir para os serviços de limpeza e de manutenção do local dos festejos juninos deste ano”, disse Fábio Agra.

A ampliação do número de poços, na área do Parque do Povo, envolve o trabalho de várias secretarias e coordenações, numa ação orientada pelo prefeito Romero Rodrigues. A meta do prefeito é realizar uma festa popular, com todas as condições para proporcionar a melhor estrutura possível em benefício dos milhares de turistas que visitarão a cidade durante o Maior São João do Mundo.

Segundo o secretário municipal de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Geraldo Nobre, em 2015 a Prefeitura conseguiu poupar 60% do consumo de água de Boqueirão, no período de São João, utilizando caixas de água abastecidas mediante o uso carros-pipa vindos do manancial José Rodrigues, localizado no distrito de Galante. A meta, para este ano, é fazer um evento sem depender do consumo da água do açude Epitácio Pessoa (Boqueirão).

Geraldo Nobre disse que, a exemplo do ano passado, também será utilizada água do manancial José Rodrigues para abastecer as caixas de água. Trata-se de um manancial pouco utilizado, que serve mais para piscicultura, mas está dentro da região de Campina Grande, no distrito de Galante.


Escrito por dudagoes às 16h57
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      ACI vai exibir filme "O Dia que durou 21 anos"

                             

Na próxima terça-feira (29) , às 19 horas, o Cine Debate da ACI - Associação Campinense de Imprensa, estará exibindo o filme "O Dia que Durou 21 Anos". O filme é um documentário brasileiro, dirigido por Camilo Galli Tavares, sobre a participação do governo dos Estados Unidos na preparação, desde 1962, do golpe de estado de 1964, no Brasil.

O filme tem como ponto de partida a crise provocada pela renúncia do presidente Jânio Quadros, em agosto de 1961, e prossegue até o ano de 1969, com o sequestro do então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick, por grupos armados. Em troca de sua libertação, 15 presos políticos são soltos e posteriormente banidos do país. Um deles, o jornalista Flávio Tavares, 27 meses depois de se radicar na Cidade do México, seria pai de Camilo, o cineasta cujo nome é uma homenagem ao padre católico e guerrilheiro colombiano Camilo Torres, morto em 1966.

O Cine Debate da ACI é coordenado pelo jornalista Romero Azevedo, com a participação de jornalistas especilmente convidados para, após a exibição, participarem de um debate sobre o tema apresentado, do ponto de vista do jornalista. A entrada é franca, mas a direção da entidade solicita que os interessados solicitem participação pelo e-mail imprensacampinense@gmail.com

O ultimo filme apresentado no Cine Debate ACI foi Spotligth, um dos vencedores do Oscar deste ano.

                                  



Escrito por dudagoes às 07h49
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Bancada federal paraibana é campeã em processos com a Justiça

O portal Transparência Brasil revela que o deputado federal Veneziano Vital do Rego, (PMDB), é campeão nacional em processos com a Justiça, Ministério Público e Tribunais de Contas, enrolado que se mantém em um novelo nada glorioso a partir de supostos ilícitos cometidos ao tempo em que foi prefeito de Campina Grande, por dois mandatos.

Da bancada paraibana respondem ainda processos os parlamentares: Aguinaldo Ribeiro, Damião Feliciano, Wellington Roberto, Efrain Filho, Benjamin Maranhão, Rômulo Gouveia, Cássio Cunha Lima e José Maranhão.

Os deputados federais Luiz Couto (PT), Hugo Motta (PMDB), Marcondes Gadelha (PSC), Wilson Filho (PTB), Manoel Júnior (PMDB), e o senador Raimundo Lira, não contam com nenhuma ocorrência.

O portal “Transparência Brasil revela que o deputado federal Veneziano Vital do Rego, (PMDB), é campeão nacional em processos com a Justiça, Ministério Público e Tribunais de Contas, enrolado que se mantém em um novelo nada glorioso a partir de supostos ilícitos cometidos ao tempo em que foi prefeito de Campina Grande, por dois mandatoos.

O que é surpresa, na publicação, diz respeito apenas à formação religiosa do parlamentar, citado como integrante da bancada evangélica, o que não corresponde à realidade uma vez que Veneziano e toda a sua família são católicos, como disso dão demonstrações públicas ao frequentarem a Igreja e participarem das liturgias.

A lista, que A PALAVRA adiante reproduz, contém 35 citações, alarmante numero que ultrapassa as “encrencas” de todos os outros 14 parlamentares que integram a bancada federal paraibana no Congresso Nacional.


Os dados do projeto “Excelências” são recolhidos das próprias Casas legislativas, dos Tribunais de Justiça, dos Tribunais de Contas, de cadastros mantidos por ministérios e de outras fontes públicas. Informações eleitorais (financiamento, votações etc.) são extraídas do projeto, mantido pela Transparência Brasil.


O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos referentes a informações divulgados. Para providenciar o registro de um comentário, solicita-se que o político entre em contato, por escrito, com a Transparência Brasil.


Pode acontecer ausência de menção a processo em que algum parlamentar é réu ou foi punido, porque tais informações dependem da disponibilidade de dados em cada Corte, havendo grande disparidade entre elas. Processos que correm em primeira instância só são incluídos quando movidos pelo Ministério Público ou outros órgãos públicos. No caso de rejeição de contas eleitorais, todas as decisões são assinaladas (desde que o político não tenha obtido a anulação da decisão). São anotadas ocorrências relativas a homicídio, estupro e pedofilia, mas não são incluídos litígios de natureza privada (como disputas por pensão alimentícia), nem queixas relacionadas a crimes contra a honra (porque políticos são freqüentemente alvo desse tipo de processo). Assinalam-se inscrições na dívida ativa previdenciária e na lista de autuados por exploração do trabalho escravo.


Afora Veneziano, que tem 15 citações a mais, constam as seguintes ocorrências dos demais representantes da Paraíba:


AGUINALDO RIBEIRO - STF - Inquérito nº 3989/2015 - É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.


STF - Inquérito nº 3146/2011 - É alvo de inquérito que apura crimes previstos na Lei de Licitações.


DAMIÃO FELICIANO - TJ-PB - Comarca João Pessoa - Ação civil pública nº 0001456-80.2015.815.2001 - É réu em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual.


WELLINGTON ROBERTO - TRF-1 - Seção Judiciária do Distrito Federal - Ação civil pública nº 0014613-88.2013.4.01.3400 - É réu em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal. Parlamentar recorre de decisão desfavorável: TRF-1 - Agravo de instrumento nº 0058053-18.2014.4.01.0000.


EFRAIM FILHO - STF - Inquérito 3653/2013 - É alvo de inquérito que apura crimes na lei de licitações.


BENJAMIN MARANHÃO - TSE - Recurso ordinário nº 1089/2006 - O Ministério Público Eleitoral entrou com pedido de impugnação de sua candidatura a deputado federal em 2006, devido à rejeição, pelo Tribunal de Contas do Estado, das contas referentes ao exercício de 2001, quando o parlamentar era prefeito de Araruna. O parlamentar acabou por desistir de sua candidatura.

STF - Ação penal nº 676/2012 - É réu em ação penal por formação de quadrilha ou bando e por crime contra a Lei de licitações.


RÔMULO GOUVEIA - STF - Ação penal nº 952/2015 - É alvo de ação penal proposta pelo Ministério Público Federal por crime da Lei de Licitações.

TSE - Recurso especial eleitoral nº 76494/2011- Em recurso especial apresentado pelo MPE-PB, foi reformada a decisão do TRE-PB que aprovou com ressalvas as contas da sua campanha eleitoral a prefeitura de Campina Grande (PB), em 2008, para serem julgadas irregulares pelo TSE.


TRE-PB - Representação nº 659.2015.615.0000 - É alvo de representação movida pelo Ministério Público Eleitoral por captação e gasto ilícito de recursos para campanha eleitoral de 2014.

TJ-PB - Comarca de João Pessoa - Ação civil pública nº 0013283-59.2013.815.2001 - É alvo de ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Estado da Paraíba.

É alvo de duas ações civis de improbidade administrativa, propostas pelo Ministério Público do Estado da Paraíba: TJ-PB - Comarca de João Pessoa - Ação civil pública nº 0017126-71.2009.815.2001 e TJ-PB Comarca de João Pessoa - Ação civil pública nº 0036219-54.2008.815.2001


CASSIO CUNHA LIMA - TRE-PB - Representação nº 215/2006 - Teve o mandato de governador cassado em ação de investigação judicial por abusos de poder econômico e político, captação ilícita de sufrágio e conduta vedada a agente público. Foi também condenado a pagamento de multa. Recorreu, mas decisão foi mantida TSE- Recurso Ordinário nº 3173419.2007.600.0000. O parlamentar entrou com um agravo no STF, que foi negado: STF - Agravo de Instrumento nº 760103/2009.


TRE-PB - Representação nº 207/2006 - Foi condenado a pagamento de multa em ação de investigação judicial por abuso de poder político e econômico, bem como conduta vedada a agente público. Declarou-se também sua inelegibilidade por um período de três anos, a contar da eleição de 2006. O parlamentar recorreu da decisão, mas ela foi mantida: TSE - Recurso ordinário nº 520310.2006.615.0000.

TRE-PB - Representação nº 251/2006 - Foi condenado a pagamento de multa em ação de investigação judicial por abuso de poder político e conduta vedada a agente público. O parlamentar recorreu da decisão, mas ela foi mantida: TSE - Recurso ordinário nº 4716474.2008.600.0000.


TRE-PB - Prestação de contas nº 557204.2006.615.0000 - Teve rejeitada prestação de contas referente às eleições de 2006.

TJ-PB - Comarca de João Pessoa - Ação civil pública nº 0028048-74.2009.815.2001- É réu em ação civil de improbidade administrativa movida pelo Estado da Paraíba.

JOSÉ MARANHÃO - TJ-PB - Comarca de João Pessoa - Ação civil pública nº 0020580-83.2014.815.2001 - É alvo de ação civil pública de improbidade administrativa com dano ao erário, movida pelo Ministério Público Estadual.


Fonte - http://www.apalavraonline.com.br/index.php?n=12529



Escrito por dudagoes às 09h40
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     MP vai coordenar combate ao transporte ilegal 

Para representante do MP, transporte clandestino deve ser tratado como ilegal e crime organizado

                         

O Ministério Público da Paraíba, através da Promotoria de Defesa do Consumidor da Comarca de Campina Grande, promoveu audiência na manhã da última quinta-feira (17) nos termos do Inquérito Civil Público 023/2015, sob a coordenação do Promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, Sócrates da Costa Agra e do Diretor-Geral do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor MP-PROCON, Francisco Gualberto Bezerra.

 

Também estavam presentes representantes do 2º BPM, CPTran, Polícia Civil, STTP, e COMTRANSLEGAL – Comitê em Defesa do Transporte Legal de Passageiros de Campina Grande. Na pauta da audiência, a urgente necessidade dos órgãos de fiscalização do trânsito e da segurança pública atuarem unidos no combate à atividade do transporte clandestino de passageiros no município de Campina Grande, com destaque para a atuação da Cootranspat, organização que se auto denomina como cooperativa.


Por ocasião da audiência, foram feitas várias denúncias de práticas ilícitas cometidas pelos que fazem o transporte ilegal de passageiros em Campina Grande, seja por moto ou automóvel. As denúncias vão desde o desrespeito à legislação de trânsito, a crimes contra a ordem tributária, à vida e ao patrimônio das pessoas. Para combater o transporte ilegal de passageiros, o Ministério Público vai coordenar uma força tarefa de fiscalização na cidade, em dia ainda não definido.


Conforme informaram a assessoria e a consultoria jurídica do Comitê em Defesa do Transporte Público Legal de Campina Grande, a prática do transporte clandestino em Campina Grande está organizada através da Cootranspat, uma personalidade jurídica que se auto denomina cooperativa, mas que não respeita, sequer, a Lei das Cooperativas, como a ausência de finalidade lucrativa. De acordo ainda com as informações relatadas na audiência, a Cootranspat foi criada com a finalidade de fornecer o serviço de transporte público de passageiros, sem a devida licitação ou contrato administrativo com o município, não gera impostos e promove a concorrência desleal e predatória, colocando em risco a atividade legal dos representados do COMTRANSLEGAL, instituição formada pelos sindicatos que representam os taxistas, mototaxistas regulamentados, motoristas de ônibus e consórcios de empresas que operam o transporte público coletivo de passageiros. O advogado lembrou que em Campina Grande existe recomendações do Ministério Público para que haja a efetiva fiscalização e combate do transporte clandestino.

Em relação a prática do transporte ilegal de passageiros, o Promotor de Justiça Gualberto Bezerra fez contundente pronunciamento. Segundo ele, quando trabalhamos com segurança, pensamos no antônimo. A visão que a violência física do assalto, estupro e comportamentos ilícitos deixam na sociedade, aumentam a chamada insegurança subjetiva. Diante dessas práticas, segundo o promotor, psicologicamente, mudamos o comportamento social. Para Gualberto Bezerra, segurança não é responsabilidade unicamente da polícia. “Não há, apenas, segurança da ordem pública, mas de políticas públicas de segurança, envolvendo todos no contexto do artigo 5º da Constituição”.


Durante a audiência, o Diretor-Geral do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor MP-PROCON, Gualberto Bezerra, defendeu novas ações no sentido de abarcar a segurança pública nos diversos segmentos da sociedade, visando evitar lesões na população. Gualberto lembrou que nos últimos tempos, tem-se ouvido falar muito em transporte alternativo. Segundo ele, não existe transporte alternativo e, sim, clandestino, que deve ser tratado como ilegal e crime organizado.  “Quem não cumpre às normas técnicas e legais está dentro da clandestinidade. Os prejuízos dessa atividade espúria são inúmeros. Os transportes legalizados são submetidos a regras rígidas, verificando, no caso do taxista, a vida pregressa do profissional, que, para transitar livremente, tem que se adequar a metrologia, a itens de segurança, pneus, etc. arcando com um custo operacional. O transporte clandestino pratica concorrência desleal. O delito gera mais delito. A atividade do transporte clandestino de passageiros é ilícita administrativamente e penalmente. Nesse meio, se registram clonagens de veículos, porte de armas, tentativas de estupros, óbitos e assassinatos afetando a segurança pública, a estrutura social e econômica. É importante, portanto, promover uma força tarefa para combater as ilicitudes, prevenindo a violência e agindo proativamente”, afirmou Gualberto.


No entendimento do Promotor de Justiça Sócrates Agra, “a partir do momento que uma empresa atua de forma associada para agir ilicitamente, se trata de associação criminosa."


                       



Escrito por dudagoes às 08h28
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Pesquisadoras de Campina Grande participam

de reunião da OMS, na Suíça, sobre Zika vírus


A presidente do Ipesq – Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto, sediado em Campina Grande, Adriana Melo, e a presidente de honra e pesquisadora sênior da instituição, Melania Amorim, estão participando da reunião dos departamentos de saúde materna, neonatal, da criança e do adolescente, da saúde mental e do abuso de substâncias, nutrição para a saúde e desenvolvimento e saúde e pesquisa reprodutiva da Organização Mundial da Saúde – OMS. O evento, que começou nesta quinta-feira (17) e segue até o sábado (19,) está acontecendo em Genebra, na Suíça. 

O encontro tem o objetivo de elaborar orientações para avaliação e manejo da microcefalia, síndrome de Guillain-Barré, práticas de alimentação infantil e o cuidado de mulheres grávidas no contexto da transmissão do Zika vírus. Para isso, a OMS convidou especialistas em medicina fetal, obstetras, epidemiologistas, infectologistas e virologistas de todo o mundo para apresentar as pesquisas sobre a transmissão do Zika. A ideia é que eles possam produzir um documento com diretrizes de conduta para os casos relacionados ao Zika.

Primeira pesquisadora no mundo a estabelecer a relação dos novos padrões de microcefalia com o Zika vírus, a médica Adriana Melo, disse que a participação do instituto campinense na reunião da OMS mostra o respeito da comunidade científica com as pesquisas realizadas em Campina Grande. "É um reconhecimento importante. O nosso conhecimento, hoje, é referência para o mundo", afirmou a presidente do Ipesq.

Para a Dra. Melania Amorim, que tem pós-doutorado pela própria OMS e que também já participou da elaboração de várias diretrizes do organismo internacional, incluindo a de indução do parto e hipertensão na gravidez, a partir da reunião em Genebra, será possível estabelecer mais parcerias para desenvolvimento de projetos. "Isso é fruto do reconhecimento do trabalho sério que o Ipesq vem desenvolvendo”, avaliou a pesquisadora.

O Ipesq - Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto é uma organização civil de fins não econômicos, de caráter filantrópico, fundada em 2008 em Campina Grande - Paraíba.  O grupo que deu origem ao Ipesq vem desenvolvendo pesquisas na área de saúde da criança, do adolescente e da mulher com recursos próprios e de instituições nacionais e internacionais. Tem atuado em parceria nas atividades de pesquisa com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Faculdade de Medicina/USP, a Universidade Estadual da Paraíba, a Universidade Federal de Campina Grande e o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - IMIP/PE.



Escrito por dudagoes às 11h46
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Documentos que incriminam Vital, agora sob investigação da Lava Jato

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki homologou nesta terça-feira (15) o acordo de delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT) firmado com a Procuradoria-Geral da República dentro das investigações da Operação Lava Jato e onde ele cita o ex-senador paraibano Vital do Rego Filho, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), como beneficiário de propinas que teria cobrado enquanto presidente da CPMI da Petrobrás para evitar oitiva de grandes empresários envolvidos na operação Lava Jato.

Teori também determinou o fim do sigilo sobre o processo e liberou o conteúdo dos depoimentos de Delcídio, aos quais A PALAVRA e todos os demais órgãos de imprensa do País foram liberados a reproduzir.

A delação premiada é composta por 21 termos de declarações do senador. Em sua manifestação ao STF, a Procuradoria afirma que o acordo tem o objetivo de obter provas contra "organizações criminosas" que agiam no Executivo e no Legislativo.

Os termos do acordo que acusa Vital Filho estão no anexo 17, a seguir publicado integralmente.

 

Delcídio cita fatos envolvendo, além do paraibano, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff, outros senadores do PMDB e o presidente do PSDB, Aécio Neves.

O acordo de colaboração firmado pelo senador Delcídio do Amaral prevê que ele possa continuar a exercer o mandato de senador e limita a 15 anos de prisão o tempo máximo de pena a que ele pode ser condenado ao fim do processo. Determina que ele permaneça em regime de prisão semiaberto domiciliar por um ano e seis meses, dormindo em casa, mas podendo sair para exercer o mandato.

Delcídio não pode manter contatos reservados com outros réus e investigados da Lava Jato, a não ser que por força da atividade parlamentar e na presença de duas ou mais testemunhas. Atualmente 38 deputados e senadores são alvo da Lava Jato, incluindo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Também foi permitido que ele parcele em até dez anos a multa de R$ 1,5 milhão que foi obrigado a pagar em decorrência das irregularidades investigadas. Esse valor será dividido em 80% para a Petrobras e 20% para a União.

A homologação é a confirmação pela Justiça dos termos do acordo entre Delcídio e a Procuradoria-Geral da República, em que o delator recebe benefícios judiciais em troca de depoimentos e entrega de provas que indiquem a ocorrência de crimes e a participação de outros envolvidos.

A partir de agora, as informações dos depoimentos do senador passam a poder ser usadas nas investigações, o que significa dizer que o ministro Vital Filho é alvo da Lava Jato e está sob investigação.

Fonte: apalavraonline.com.br



Escrito por dudagoes às 23h24
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Folha destaca indiciamento de Veneziano em CPI 

 Irmão de ministro do TCU é indiciado por suspeita de fraude na Paraíba

              

 

O jornal Folha de São Paulo destaca na edição desta segunda-feira, 14, o pedido de indiciamento contido no relatório da CPI do Tesoureiro, instaurada pela Câmara Municipal de Campina Grande, do ex-prefeito e deputado Veneziano Vital do Rego.


Com foto do ex tesoureiro da gestão do ex-prefeito, Renan Trajano, o principal delator do esquema para desviar recursos da Prefeitura de Campina Grande para campanhas de Veneziano e seus familiares, a matéria da Folha enfatiza ser o possível indiciado irmão do ministro do Tribunal de Contas da União, Vital do Rego Filho.

 

A Folha lembra que a CPI foi instaurada após publicação, por aquele órgão, de matéria e vídeo contendo denúncias de Renan Trajano, que afirmou ter entregue dinheiro do esquema ao hoje conselheiro do TCU Vital do Rego, à época, candidato a senador, durante a campanha eleitoral de 2010.


Segundo o tesoureiro, foi fechado um contrato de R$ 10,3 milhões para pavimentação de ruas com a Construtora JGR, que não fez o trabalho mas recebeu o dinheiro durante a gestão de Veneziano.


A empresa teria apenas emitido notas de trabalho não realizado. Renan calcula que pelo menos metade desse dinheiro foi para a campanha eleitoral 2010.


A Folha ainda ouviu Veneziano a respeito da CPI e suas conclusões e o ex-prefeito, como sempre faz para desviar o foco, disse que o fato reflete apenas o caráter eminentemente politico”.

 

A matéria da Folha também lembra que o dono da Construtora JGR, por um determinado período,  era o engenheiro Roberto Cantalice, que cometeu suicídio no ano passado quando o caso de fraude veio à tona..

 

O jornal FSP destaca na edição desta segunda-feira, 14, o pedido de indiciamento contido no relatório da CPI do Tesoureiro, instaurada pela Câmara Municipal de Campina Grande, do ex-prefeito e deputado Veneziano Vital do Rego.


Com foto do ex tesoureiro da gestão do ex-prefeito, Renan Trajano, o principal delator do esquema para desviar recursos da Prefeitura de Campina Grande para campanhas de Veneziano e seus familiares, a matéria da Folha enfatiza ser o possível indiciado irmão do ministro do Tribunal de Contas da União, Vital do Rego Filho.

 

A CPI foi instaurada após publicação, por aquele órgão, de matéria e vídeo contendo denúncias de Renan Trajano, que afirmou ter entregue dinheiro do esquema ao hoje conselheiro do TCU Vital do Rego, à época, candidato a senador, durante a campanha eleitoral de 2010.


Segundo o tesoureiro, foi fechado   um contrato de R$ 10,3 milhões para pavimentação de ruas com a Construtora JGR, que não fez o trabalho mas recebeu o dinheiro durante a gestão de Veneziano.


A empresa teria apenas emitido notas de trabalho não realizado. Renan calcula que pelo menos metade desse dinheiro foi para a campanha eleitoral 2010.

A Folha ainda ouviu Veneziano a respeito da CPI e suas conclusões e o ex-prefeito, como sempre faz para desviar o foco, disse que o fato reflete apenas o caráter eminentemente politico”.

 

A Folha também lembra que o dono da Construtora JGR, por um determinado período,  era o engenheiro Roberto Cantalice, que cometeu suicídio no ano passado quando o caso de fraude veio à tona..



Escrito por dudagoes às 15h41
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 Sindicato denuncia proliferação e clonagem

de mototaxi regulamentada pela STTP 

Mototaxistas cobram maior fiscalização 

                                         

É muito precária a situação do sistema mototáxi em nossa cidade. São mais de três mil motoqueiros transportando passageiros em Campina Grande, arruinado o trabalho de 1 mil mototaxistas profissionais, devidamente regulamentados pelo Poder Público Municipal. A opinião é Isaque Noronha, Assessor Jurídico do Sindicato dos Mototaxistas Regulamentados de nossa cidade, entidade filiada ao COMTRANSLEGAL-  Comitê de Defesa do Transporte Legal de Passageiros de Campina Grande.

De acordo com Isaque Noronha, os motoqueiros que fazem transporte ilegalde passageiros circulam diariamente sem que nenhuma providência seja tomada por parte do órgão gestor, no caso a STTP, para impedir a ilegalidade.

Segundo ainda Isaque Noronha, o sindicato da categoria já foi declarado vencedor em um mandado de segurança que obriga a STTP a realizar no mínimo três blitzens por semana, mas o órgão recusa-se a cumprir a determinação judicial.

Com o agravamento da crise financeira, muitas pessoas desempregadas estão se aventurando por prestar esse tipo de serviço na ilegalidade. O SINDMOTO denuncia que a situação chegou ao ponto de os motoqueiros abrirem centrais de atendimento clandestinas e instalarem telefones colando o falso serviço a disposição da população campinense, inclusive, ocupando espaços midiáticos oferecendo o serviço.

Outra irregularidade comum é verificada facilmente no centro da cidade, onde se constata uma invasão das vagas destinadas aos motociclistas particulares pelos “mototaxistas” clandestinos.

O Assessor Jurídico do SINDMOTO revela que existe um “acordo” com os agentes responsáveis pela zona azul que permitem que os motoqueiros ilegais coloquemsuas motos nas vagas destinadas aos particulares. “Assim acabam transformando o local em “praça” de clandestinos, Afirma Noronha”.

A concorrência desleal está estabelecida, uma guerra é travada a cada dia na disputa pelo passageiro. A situação chegou ao ponto de os clandestinos abrirem uma cooperativa para exploraram o serviço, com um agravante: estão clonando a numeração dos mototaxistas regulamentados, bem como falsificando os coletes autorizados pelo órgão gestor, como revelam as fotos.

Outro grande problema da categoria diz respeito a cobrança das tarifas cobradas pelo serviço. Enquanto os regulamentados cobram os valores definidos pelo Conselho Municipal de Transportes Públicos, os “motoqueiros clandestinos” cobram valores mais baratos, o que se torna um atrativo a mais nessa desleal disputa.

Os mototaxistas cadastrados na STTP são obrigados a manter em ordem suas motocicletas, que são vistoriadas periodicamente, além de cursos que são exigidos e uma vasta documentação, o que não é exigido dosilegais.

Com essa concorrência desleal e predatória, muitos profissionais têm abandonado o serviço, conforme dados do SINDMOTO.



Escrito por dudagoes às 10h09
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O maior patrimônio da história campinense, a Estação

Ferroviária de Campina Grande, está novamente abandonada.

A velha Great Western do Brasil, após ser completamente relegada a categoria de lixo na gestão veneziano, quando foi depredada e transformou-se em prostíbulo e ponto de comércio e uso de drogas, o patrimônio foi reformado pela Construtora Fronteira, como penalidade, pelo Ministério Público, por derrubar a antiga chaminé da antiga fábrica Caranguejo.

A reforma custou a empresa 400 mil reais.

Mantida fechada e guardada por um vigilante, o prédio começou novamente a ser depredado com pichações.
Como sugestão ao secretário de Cultura da PMCG, Lula Cabral, e seu adjunto Gilmar Albuquerque, por que não transferir a Biblioteca Municipal para as dependências da Velha estação?

A localização é melhor do que a central, estacionamento amplo, nível de barulho menor, ventilação natural e não precisar de equipamentos de acessibilidade. Bastariam apenas algumas adaptações e o prédio estaria pronto, a um custo irrisório.

A sugestão foi dada.



Escrito por dudagoes às 09h37
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