Blog de Cláudio Goes


Autor de Dilma Bolada recebe 20 mil mensais

de agência vinculada ao PT, diz revista

Segundo reportagem da Época, provas estão em documentos enviados ao STJ


                 

BRASÍLIA — O autor da personagem Dilma Bolada, uma sátira elogiosa à presidente Dilma Rousseff feita em redes sociais pelo publicitário Jeferson Monteiro, recebe R$ 20 mil por mês da agência Pepper Interativa, contratada pelo PT. A informação foi divulgada nesta sexta-feira no site da revista Época.

Segundo a publicação, as provas estão em documentos enviados por advogados da agência Pepper Interativa ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Pepper trabalhou nas duas campanhas presidenciais de Dilma e tem contrato com o PT. Está sendo investigada no STJ na Operação Acrônimo, em que a PF aponta a existência de um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e outros petistas.

À revista, a Pepper não quis explicar a relação comercial com o publicitário, e Jeferson negou receber recursos do PT para manter o personagem Dilma Bolada, e que presta serviõs à Pepper.

“A Dilma Bolada não está vinculada a nenhuma empresa ou partido. Não está e nem nunca esteve. Como já foi dito exaustivamente, as páginas na internet são independentes e não há nenhuma relação com ninguém para que elas existam ali. O serviço por mim, Jeferson Monteiro, executado está relacionado à comunicação digital e nas redes sociais, análise, produção e estratégia de conteúdo para os clientes da agência”, disse Jeferson à Época.

Atualmente, Jeferson conta com 1,6 milhão de seguidores no Facebook e 456 mil no Twitter. Segundo a revista, todo mês o partido paga R$ 530 mil à Pepper.



Escrito por Claudio Goes às 10h26
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      Menos de 10% pagam tarifa em dinheiro

      no transporte coletivo de Campina Grande

                  

 

Os usuários do transporte público coletivo de Campina Grande preferem usar o cartão eletrônico “Vale Mais Card”, ao invés do dinheiro. O uso do ‘cartão inteligente’ torna a viagem mais prática, segura, além de facilitar o embarque do passageiro. Atualmente, apenas 7% dos passageiros ainda usam o dinheiro para pagar a tarifa.

 

A informação é da Superintendência de Trânsito e Transportes de Públicos de Campina Grande (STTP)órgão gestor do sistema. O uso do cartão evita vários problemas, como a falta de troco, diminui a quantidade de dinheiro em poder do operador e garante o saldo dos créditos do cliente em caso de extravio do cartão.

 

REDE DE VENDAS - Os usuários do “Vale Mais Card” contam com mais de 150 pontos de recarga do cartão espalhados em vários estabelecimentos comerciais da cidade para facilitar a aquisição dos créditos. Através de parceria comercial, os créditos podem ser obtidos pelos clientes do “Vale Mais Card” em bancas de revistas, mercearias, farmácias, panificadoras, lojas de conveniência, lanchonetes, “lan house”, dentre outros estabelecimentos localizados nas instituições de ensino superior, além dos guichês do terminal de integração. Alguns desses postos de venda, funcionam diariamente, inclusive nos fins de semana e na maioria dos feriados.

 

A gerente de transportes da STTP, Araci Brasil, destacou que os dados estatísticos superiores a 90% das pessoas que utilizam o “Vale Mais Card” mostram que a população está entendendo que só tem vantagem ao aderir ao sistema eletrônico. Além da praticidade, uma dessas vantagens é não circulação de dinheiro nos ônibus, fato que afasta o risco de assaltos. “Nossos usuários entenderam que o uso do cartão eletrônico torna o embarque mais fácil e o orçamento dele para transporte público coletivo está garantido”, sublinhou Araci Brasil.

 

Araci afirmou ainda que acredita em uma adesão total dos usuários do transporte público coletivo em um curto espaço de tempo. Segundo ela, quanto mais às pessoas conhecerem os benefícios obtidos através da bilhetagem eletrônica, maior a possibilidade delas aderirem ao sistema. “O sistema também oferece a integração temporal, ou seja, o passageiro pode fazer até dois embarques pagando apenas uma tarifa”, disse.

 

“Além de todas essas vantagens e benefícios que o usuário obtém com a bilhetagem eletrônica, ele ainda tem mais outros benefícios como a compra a prazo e o desconto obtido a cada 20 passagens colocadas no cartão, o que faz a tarifa ainda ser menor que a fixada”, argumentou Araci Brasil. 

 

Já Antonino Macedo presidente do Sindicato dos Motoristas, Cobradores e Fiscais do sistema de Transporte Público de Campina Grande (SIMCOF), disse que a bilhetagem eletrônica, oferece mais comodidade aos passageiros e também facilita a vida dos operadores do sistema de transporte coletivo, em especial dos motoristas.

 

“Mais de 90% da população que usa ônibus em Campina Grande já utiliza o cartão para pagar a passagem, isso facilita a vida dos motoristas que não precisam se preocupar com troco, garante uma maior rapidez no embarque, diminui o índice de assaltos, além do mais, é excelente na hora da prestação de contas nas garagens, após a jornada de trabalho. Antes tínhamos que conferir o dinheiro, momento muito cansativo, agora precisa só passar o cartão no encerramento do dia e a prestação de contas acontece automaticamente, outro ponto muito positivo”, concluiu Antonino Macedo.

 

A dona de casa Rosilene Alves da Silva, residente na Rua Bento Figueiredo, no bairro Monte Santo, declarou que o cartão eletrônico passa muita segurança para quem usa, além de garantir os créditos em caso de extravio ou roubo. “O dinheiro a gente pode perder num assalto ou gastá-lo com outras compras. Com o cartão, o dinheiro do ônibus está garantido”, afirmou.



Escrito por Claudio Goes às 16h11
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  Corrupção no governo Veneziano                          

 

Engenheiro investigado é encontrado morto

Ele era ex-sócio da empresa fantasma JGR, que teria desviado 10,5 milhões da Prefeitura de Campina Grande, usados nas campanhas dos Vital do Rego. 

Legistas afirmam que ele pode ter sofrido ataque cardíaco fulminante.

Roberto Cantalice, apesar de seus 60 anos, era conhecido praticante de caminhadas, trilhas e maratonas. 

                

O engenheiro civil, Roberto Carlos Cantalice de Medeiros, 60 anos, foi encontrado morto, por volta do meio dia de ontem, em seu apartamento, no edifício Imperial Home Service, localizado na Avenida Severino Cruz, 491, no Açude Velho, em Campina Grande. 

O empresário era ex-sócio da empresa de construção civil JGR, investigada como fantasma na CPI instalada recentemente pela Câmara Municipal, acusada de desvios de verbas na Prefeitura de Campina Grande, nas gestões do ex-prefeito Veneziano Vital do Rego.

O Corpo do empresário foi encontrado pela sua esposa e estava em uma rede, ao lado um copo com uma substância que os peritos identificaram como sendo água. Ventilou-se, primeiramente, que copo poderia conter veneno, e que Roberto Carlos poderia ter praticado suicídio.

Os peritos criminais do IPC Numol, de Campina Grande, que chegaram ao apartamento duas horas após a descoberta do corpo, Maxuel Dias e Marcos Soares, afirmaram que pela cena do local e o aspecto do corpo, a morte do engenheiro teria sido por ataque cardíaco fulminante.

A delegada de polícia civil, Tatiana Mathos, que assumiu as investigações sobre a morte de Roberto Cantalice, afirmou que não se verificou quaisquer indícios de violência, e que o corpo não apresentava sinais de que ele possa ter sido assassinado.

As conclusões sobre a causa da morte do engenheiro, segundo a delegada, só serão conhecidas após a conclusão do laudo pericial, cujo resultado ela deverá receber em 10 dias.



Escrito por Claudio Goes às 16h34
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Esquema de propina na gesão Veneziano

foi denunciado em 2010 por blogueiro

O texto de Dércio Alcântara, em 30/04/2010, no seu blog lincado ao Paraiba1

"Aquele que ensinou o rato a subir de costas em parede de azulejo ensaboado com o gato de boca aberta esperando embaixo, acaba de se superar e se existisse universidade para malandragens best of the best, com certeza Vitalzinho seria o magnífico reitor.

Soube que os vereadores que aceitaram o Vale Night oferecido pelo prefeito Veneziano para facilitar a passagem de algumas peraltices embutidas na criação da secretaria de Ciência e Tecnologia, deixaram na agulha o acerto de uma aliança esdrúxula.

A lógica de Vitalzinho é que campinense deve votar em campinense. Pensando assim, articulou para que os vereadores da oposição que estão pulando o muro trabalhem o nome dele em dobradinha com o de Cássio ao Senado.

Nesta lógica, os vereadores Inácio Falcão, Rodolfo Rodrigues e Marcos Raia receberiam Vale Night para serem satélites da bancada de situação nas votações estratégicas e tocariam a dobradinha Cássio-Vitalzinho nas ruas.

Faz sentido, pois todo mundo sabe que Vitalzinho só pensa nele e que Cássio não vai liberar nenhum tostão para os correligionários. Quer que todo mundo vote por amor, por ele ter sido injustiçado e outros miguelitos.

O grande problema é que, ao estimular a dobradinha com o ex-governador, Vitalzinho indiretamente contribui para a eleição de quem pretende ser o maior cabo eleitoral de Serra na Paraíba.

Dilma lidera as pesquisas no estado, mas perde para Serra em Campina. Vitalzinho pode acabar irritando Maranhão e Lula e os vereadores perdendo o Vale Night.

De outra parte, Efraim já percebeu o tamanho do problema dessa armação, pois tira ele de tempo em Campina e pode fragilizar sua performance no estado.

Cássio convocou para este sábado uma reunião com todos da bancada de oposição e vai dizer que não quer saber de aliado recebendo Vale Night.

Para quem ainda não sabe, Vale Night em política é a recompensa temporária por traições temporárias. O político permanece no grupo de origem, mas vez por outra "fica" com o grupo adversário. É uma escapada free lance e não se enquadra exatamente como infidelidade partidária



Escrito por Claudio Goes às 15h13
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                                   Kate Upton 

                                    



Escrito por Claudio Goes às 15h30
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Tarifa de coletivo poderia ser menor se 

governos subsidiassem gratuidades, diz especialista

                 

“A definição das fontes de custeio para os inúmeros benefícios tarifários existentes no Transporte Público coletivo urbano, pleito setorial antigo de toda a comunidade dos transportes, está longe de ter uma solução eficaz e definitiva no Brasil”. A afirmação é do diretor administrativo e institucional da Associação Nacional de Transportes Urbanos, Marcos Bicalho.

Ele lembrou que a gravidade da questão reside no fato de que as inúmeras legislações federais, estaduais e municipais que criaram esses benefícios sociais não tiveram o cuidado de estabelecer quem deveria pagar a conta. Um exemplo é a própria Constituição Federal de 1988, que estabeleceu a gratuidade para os idosos a partir dos 65 anos, mas se omitiu nesse aspecto, quando poderia ter remetido o assunto à regulamentação posterior.

Omissão bilionária

Como conseqüência da falta de definição da fonte pagadora, a conta que foi se acumulando com a promulgação de leis e mais leis terminou sendo jogada nas costas dos usuários comuns do serviço, que hoje assumem um custo médio adicional de 18% nas tarifas para pagar essa despesa. Marcos lembrou que as referidas omissões representam hoje um custo extra para o setor de transporte coletivo urbano por ônibus da ordem de mais de R$ 5 bilhões por ano.

“Por mais incrível que possa parecer, um serviço público essencial, conforme definido na própria Constituição Federal, em vez de receber recursos dos orçamentos públicos, é obrigado a repassar essa conta de bilhões de reais por ano ao lado mais fraco para subvencionar políticas públicas nas áreas de assistência social, educação e outras”, destacou.

Recursos específicos

Para Marcos Bicalho, é necessário antes de tudo reconhecer que o problema é grande e a solução não é fácil e que os caminhos para resolvê-lo não podem continuar ignorando as distorções existentes, ou seja, os recursos públicos que venham a ser alocados para pagar os benefícios tarifários no Transporte Público urbano têm que ser originados e carimbados de acordo com a área beneficiada.

“Em outras palavras, para clarear, recursos destinados a cobrir despesas com passes estudantis são recursos para a educação e não para o Transporte Público. A gratuidade dos idosos tem que ser coberta com recursos alocados à assistência social e não ao transporte”, esclareceu.

Subvenções equivocadas

Mas infelizmente, não é isso o que vem ocorrendo. Pressionadas pelos movimentos sociais de junho de 2013, que exigiram serviços de mais qualidade e tarifas menores, diversas administrações municipais apressaram-se em criar subvenções públicas com o objetivo de aliviar os custos do setor e evitar os reajustes tarifários, designadas como subvenções “ao transporte”, mas destinadas, na realidade, ao custeio dos benefícios tarifários.

O caso mais emblemático é o da cidade de São Paulo, cuja subvenção pública “ao transporte”, que já existia antes das manifestações de junho de 2013, foi reforçada após o movimento nas ruas. Segundo a diretoria da SPTrans, em recente exposição pública, do total de recursos do orçamento público municipal classificado como subvenção “ao transporte”, apenas 28% referem-se, especificamente, à cobertura de custos de transporte. A maior parte, ou seja, 72%, é para cobrir gratuidade de idosos e estudantes.

Falsa impressão

Diversas cidades atualmente seguem no mesmo caminho de São Paulo, anunciando subvenção “ao transporte” que, na realidade, não produz nenhum reflexo na qualidade de prestação de serviços. Na prática, cria-se uma imagem para a opinião pública de serviço subvencionado, mas sem que o setor possa dar qualquer resposta em termos de melhoria da qualidade.

Ele entende que definitivamente, as duas coisas têm que ser separadas, tendo em vista o objetivo da fonte de custeio para benefícios tarifários, que é eliminar uma grande injustiça social com os usuários comuns do Transporte Público, que arcam, sozinhos, com os custos de políticas públicas de outras áreas, que, a rigor, nada têm a ver com transporte.

Estes, arcam sozinhos com custos que deveriam ser distribuídos por toda a sociedade, já que a própria sociedade decidiu, por meio de seus representantes nas casas legislativas, criar esses benefícios. “Outra coisa, totalmente diferente, é a subvenção pública ao transporte coletivo urbano que deve ser destinada exclusivamente a melhorar a qualidade dos serviços e garantir tarifas públicas acessíveis a todas as classes sociais, permitindo, dessa forma, avançar na direção de uma mobilidade racional e sustentável”, concluiu.

 

Fonte: Assessoria 



Escrito por Claudio Goes às 09h03
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Comitê de Mobilidade Urbana discute novo

modelo de transporte e shopping a céu aberto

           

O Comitê Técnico de Mobilidade Urbana de Campina Grande (CTMU), realizou na noite desta segunda-feira, 03, na Associação Comercial e Empresarial (ACCG) a 12ª reunião do órgão. Na oportunidade, os integrantes do comitê, CONHECERAM discutiram o novo modelo de transporte coletivo da cidade e a implantação do CONCEITO de Shopping a Céu Aberto na área principal do varejo de rua de Campina Grande.

A gerente de transportes da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), Araci Brasil apresentou o novo modelo de transporte público que passa a vigorar no município a partir desta quinta feira, 05. Dois consórcios: o Santa Maria e o Santa Verônica, passam a explorar o transporte coletivo em Campina Grande.

Araci destacou em sua fala que as mudanças vêm para melhorar a qualidade do transporte em todos os aspectos, principalmente no que tange a renovação da frota e ao cumprimento de horário, fatores mais exigidos pela população. Ela destacou que todos sairão ganhadores com o novo modelo, a cidade, as empresas e os usuários que vão ser os principais beneficiados.

Shopping a Céu Aberto

No segundo momento da reunião a discussão foi sobre a implantação do conceito de shopping a céu aberto no centro da cidade. A discussão está sendo alavancada pelo Sebrae, Câmara de dirigentes Lojistas (CDL) e pela ACCG, o modelo que já é sucesso em outras partes do Brasil, vai reordenar e revitalizar a área central da cidade, além de dotá-la de uma melhor infraestrutura  e de aprimorar a segurança.

O coordenador do CTMU, Anchieta Bernardino, se disse muito satisfeito com a dimensão que o comitê vem tomando, ele afirmou que os integrantes estão participando cada vez mais de forma efetiva e que estão se entusiasmando com os temas que estão sendo apresentados para contribuir com o engrandecimento da cidade.

“Nós começamos esta reunião às 19h, já chegamos às 22h e as pessoas, os participantes e integrantes das instituições que compõem o comitê continuam discutindo os assuntos hoje tratados, de forma entusiasmada, isto é muito bom, é a prova que estamos crescendo muito” finalizou Anchieta.   

Texto: Josinaldo Neves



Escrito por Claudio Goes às 09h46
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Gestão de Veneziano fraudou balancetes para enganar TCE


           

 

A gestão do ex-prefeito Veneziano Vital do Rego fraudou extratos bancários, por várias vezes, ao remeter prestações de contas ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba. Após rigorosa apuração dos fatos, a fraude foi confirmada. Em entrevista ao Programa Correio da Manhã, na manhã desta quinta-feira, 29, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, confirmou o ilícito já denunciado pelo ex-tesoureiro e homem da confiança de Veneziano, Rennan Trajano.

 

Romero Rodrigues revelou que já teve uma reunião com o procurador geral do Município, José Fernandes Mariz, quando foi feita uma avaliação do quadro e determinou providências no sentido de formalizar representação junto ao Ministério Público, à Polícia Federal e ao próprio TCE.

 

De acordo com Romero, vários balancetes foram montados de forma fraudulenta, com extratos que não correspondiam em suas informações numéricas com os documentos originais dos bancos. 


O prefeito revelou ainda que vários cheques, tidos como pagos a empresas que supostamente prestaram serviços, eram repassados a pessoas, deixando patente o desvio de recursos públicos.


Já o procurador Geral José Mariz lamenta a situação que tem criado óbices à atual administração, revelou que 80% das obras tidas como realizadas na gestão anterior não têm prestação de contas. Segundo ele, além de tentar reaver o dinheiro desviado da Prefeitura de Campina Grande, o Município entrou com representações criminais, ações civis públicas contra os acusados.


Mariz disse que, desde novembro do ano passado, vem fazendo levantamento das irregularidades e a denúncia de Rennan Trajano se constitui num importante ingrediente à investigação dos órgãos fiscalizadores.


“Crime de inteligência é difícil captar. Você precisa de indícios, de denúncias, demanda tempo. Mas estamos conseguindo levantar tudo e tomar as providências que cada caso requer, procurando trazer de volta o dinheiro desviado da prefeitura e responsabilizar os culpados”, assegurou Mariz



Escrito por Claudio Goes às 11h14
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O problema do Transporte Público coletivo não é de tarifa

Políticas de mobilidade urbana, revisão das gratuidades e justiça tributária, podem contribuir para redução do custo da tarifa

Por Fernando Soares dos Santos

Pagar R$ 2,70 ou R$ 3,00 pela tarifa do transporte público coletivo em Campina Grande não é o problema. Se esse fosse o ‘calo’ não se pagaria, por exemplo, até 10 reais por uma “corrida” de mototaxi, independente da moto ser nova, velha, autorizada ou não pelo município para exercer a atividade legal de transporte de passageiros.

Na última semana, após as empresas de ônibus urbano anunciarem um reajuste linear de 10% sobre o piso salarial de seus trabalhadores, elevando a remuneração do motorista para mais de 2 mil reais, a imprensa anunciou que a tarifa do “busão” poderia ser R$ 2,70 em nossa cidade, a qualquer momento.

O anúncio motivou que algumas pessoas se manifestassem através da imprensa e das redes sociais, com opiniões contrárias ao eventual reajuste da tarifa.  Nada mais natural, quando as pessoas vêm seu orçamento familiar ficar cada vez mais apertado, principalmente depois dos aumentos da energia elétrica, da gasolina, do pão, do leite e de tantos outros produtos, além dos impostos e taxas de juros do cartão de crédito e do cheque especial, inflação alta, desemprego. O que se estranha, é que essa “onda” de aumentos não tenha merecido idêntico protesto nas redes sociais ou na imprensa.

Vale a pena lembrar que entre os 'inúmeros' reajustes aprovados pelo governo federal após as eleições presidenciais, está a revisão dos impostos (Cide, Pis e Cofins) que gerou alta de R$ 0,22 sobre o litro da gasolina e de R$ 0,15 sobre o litro do óleo diesel nas refinarias, empurrando para cima dos consumidores algumas dezenas de centavos a mais.

E tem mais. O Comitê de Política Monetária (Copom), em recente reunião, previu reajuste de mais 9,1% no valor da gasolina em 2015, de acordo com ata divulgada pelo Banco Central, além de 41% nas tarifas de energia elétrica.

As empresas de ônibus urbano têm no óleo diesel e na folha de salário, seus dois maiores encargos. O impacto do diesel representa mais de 25% enquanto que os salários pesam cerca de 40% sobre o valor da tarifa. Sem falar na manutenção mecânica que requer o uso de insumos como peças e pneus; que o setor administrativo das empresas também está sujeito aos reajustes das tarifas de telefone, energia, e água.

Para corrigir essas distorções, a população, as autoridades do legislativo e do executivo, precisam ter outro olhar sobre o transporte público coletivo urbano.

A solução dos problemas desse importante setor para a vida da cidade (imagine uma cidade sem ônibus), passa, necessariamente, pelas políticas de mobilidade urbana.  Através delas, seria possível desonerar os serviços desse segmento, fazendo uso de subsídios, e promovendo uma maior justiça tributária, através da isenção ou redução de impostos sobre os insumos (óleo diesel, por exemplo) e encargos tributários.

Mesmo com os avanços que já aconteceram, as passagens de ônibus ainda têm muito imposto embutido.E como o assunto é o peso do óleo diesel no valor das tarifas, a prioridade do transporte coletivo no espaço urbano deve ser um dos principais pontos da propalada política de mobilidade. Sem ficar presos em congestionamentos, contando com mais corredores e faixas com exclusividade, os ônibus podem desenvolver maior velocidade e fazer mais viagens, gastando, portanto, proporcionalmente menos combustível.Todas estas ações em prol da mobilidade fariam com que as tarifas tivessem percentuais menores de crescimento que não pesariam tanto no bolso do trabalhador

Uma revisão nos sistemas de gratuidades também ajudaria. Ninguém é contra que idosos, portadores de necessidades especiais e algumas categorias trabalhistas e de estudantes tenham isenção total ou parcial. Desde que as isenções sejam para as pessoas socialmente carentes, na forma da lei, para que não haja injustiças. Dessa forma, o ônus da gratuidade não recairia sobre as empresas e, consequentemente, sobre os passageiros pagantes que, na maioria das vezes, são os mais sacrificados.

A gratuidade de 50% da tarifa foi concedida à classe estudantil para estimular a frequência do estudante na sala de aula. Entretanto, esse privilégio da meia gratuidade vem sendo desvirtuada pelo estudante quando ele usa o benefício para fazer programas de fim de semana, em dias feriados e até nos períodos de greve das instituições de ensino.

Esse privilégio do estudante deve se limitar, apenas, ao percurso da escola. 

O empresário de ônibus moderno não quer tarifas altas, isso pode gerar evasão de passageiros do sistema, levando-os para deslocamentos a pé ou por outros modos.

Mas, também, os custos devem ser cobertos de maneira justa e o lucro também é algo que deve ser encarado com naturalidade pela sociedade. Afinal, empresa que não lucra, não investe e tem a qualidade dos seus serviços prejudicada, o que ninguém quer nos transportes públicos

Com políticas de mobilidade, que vão desde criação de espaços para ônibus urbano, desonerações, justiça tributária e revisão das gratuidades, é possível que as tarifas pesem menos no bolso do passageiro e que as empresas tenham uma lucratividade justa.É essa pauta que não pode se calar na voz das ruas, das redes sociais e da imprensa.



Escrito por Claudio Goes às 16h52
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Campina Grande

CTMU delibera pela aprovação do Plano de Mobilidade Urbana

                                 

Reunido na noite de ontem, em sua nona reunião ordinária, o Comitê Técnico de Mobilidade Urbana de Campina Grande e Região Metropolitana (CTMU), aprovou o Plano de Mobilidade Urbana do município, elaborado por uma equipe técnica da Prefeitura Municipal, coordenada pela engenheira Valéria Barros.  


O evento aconteceu na sede da Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande sob a coordenação do representante do SITRANS no Comitê, Anchieta Bernardino Gomes, que na ocasião destacou o posicionamento do CTMU no contexto da legislação e órgão legal para deliberar pela aprovação ou não, do referido plano.

 

Em sua apresentação, a engenheira Valéria Barros afirmou que o documento que constitui o Plano de Mobilidade Urbana tem o foco principal nas pessoas, nos cidadãos a quem pertence a cidade. Seu bem-estar e segurança são primordiais. São as pessoas que têm suas necessidades para serem atendidas e as vias e veículo devem prover os meios para a satisfação das necessidades da população. Os principais objetivos deste Plano são a promoção da cidadania e inclusão social, o aperfeiçoamento institucional, regulatório e da gestão, mediante ações integradas de desenvolvimento urbano, de mobilidade e de proteção ao meio ambiente, conforme objetivos estabelecidos na Lei Federal de Mobilidade Urbana.


No capítulo apresentado pela engenheira, ela tratou das diretrizes gerais para os modos não motorizados, para o Sistema Viário e a Circulação e para o Sistema de Transporte Público de Passageiros.

Valéria Barros informou que ao longo dos últimos meses, após pesquisas,  reuniões e audiências públicas, adotando-se as sugestões da sociedade e o diagnóstico técnico elaborado  como premissas, as ações são propostas para horizontes diferentes com ações  de curto, médio  e longo prazos.


O documento também contempla ações de futuro para cidade. Muitas delas foram elencadas pela sociedade através das diversas reuniões e eventos realizados durante o período de coleta de informações. Valéria Barros agradeceu e considerou importante a contribuição do CTMU com quem compartilhou em nove reuniões o passo a passo da construção do Plano de Mobilidade Urbana de Campina Grande.


O presidente da Associação Comercial, Álvaro Barros, destacou o nível do trabalho da equipe que elaborou o plano, considerado por ele como um importante instrumento para orientar no planejamento da mobilidade do Município. Em seguida, Álvaro Barros defendeu a aprovação do documento, segundo ele, fundamental para o desenvolvimento da cidade. O dirigente da entidade empresarial aproveitou a presença dos vereadores na reunião para pedir o apoio da Câmara Municipal na provação da lei municipal de mobilidade urbana.


O vereador Olímpio Oliveira afirmou que a lei será aprovada. No entanto, ele defendeu que fossem feitos alguns ajustes técnicos na formatação do documento, que facilitasse a leitura e o entendimento da população.


Além da Associação Comercial, SITRANS e Câmara Municipal, ainda participaram da reunião representantes da FIEP, SEBRAE, CDL, Instituto Cresce Campina, Prefeitura Municipal, UEPB, UFCG, IFPB e Facisa.


                            



Escrito por Claudio Goes às 08h33
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Força Tarefa vai combater transporte 

ilegal de passageiros em Campina Grande



 

Em audiência realizada na manhã desta segunda-feira (16), na sede do Ministério Público em Campina Grande, órgãos responsáveis pela fiscalização do trânsito e da segurança pública do município e do estado, com base nos autos do Inquérito Civil Público 048/2012, assumiram compromisso, através de um Termo de Ajustamento de Conduta, que realizarão intensa campanha de combate ao transporte ilegal de passageiros na cidade, feito por moto ou carro.


De conformidade com o que foi acordado, a partir do mês de abril a STTP, a CPTran, a Polícia Militar e a Polícia Civil, com a presença do Ministério Público, formarão uma Força Tarefa para realizar três operações conjuntas mensalmente, visando fiscalizar o exercício ilegal da atividade remunerada do transporte passageiros por veículos não autorizados pela STTP, a exemplo das moto taxi e automóveis .


O exercício ilegal da atividade de motorista de passageiro é considerado Contravenção Penal. Durante as blitzen, os condutores de motos ou carros que forem flagrados fazendo o chamado “transporte clandestino de passageiros” serão levados à delegacia onde será feito procedimento legal perante a autoridade policial.


Durante a audiência, o presidente da Cootranspat, cooperativa que representa os motoristas que fazem transporte ilegal de passageiros em Campina Grande, Carlos Lima, informou que atualmente existem cerca de 3 mil motos e mais de 200 carros cadastrados naquela cooperativa, atuando em Campina Grande.


Esse sistema ilegal é acusado pela prática de várias irregularidades, bem como de contribuir para desestabilizar o sistema regulamentado de transporte público do município, composto por mais de 600 taxis, 1000 motocicletas e 220 ônibus.  


Na próxima segunda-feira (23), as entidades estarão se reunindo no gabinete do Promotor de Justiça dos Direitos do Cidadão, Dr. Ricardo Medeiros para assinar o TAC – Termo de Ajustamento de Conduta.


O não comparecimento das instituições nas operações de fiscalizações implicará em multa de R$ 500,00, valor que será imputado ao órgão que não comparecer às blitzen.

 

 

                                     

Fotos - Cláudio Goes



Escrito por Claudio Goes às 15h08
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Weekly News

    Vasco Vasconcelos compara exigência

    do Exame da OAB com a ditadura

Vasco Vasconcelos. (Foto: Carlos Humberto/ARQ)

A exigência do Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para exercer a profissão como advogado(após 5 anos de faculdade), atualmente conduzido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), nunca foi assunto pacífico nos meios jurídico, político e acadêmico, de modo que já foram publicados diversos artigos sobre o assunto, exemplo do artigo do desembargador Luiz Gonzaga Brandão de Carvalho, do Tribunal de Justiça do Piauí, - Decano e Presidente da Academia de Letras da Magistratura Piauiense, que escreveu questionando a exigência de aprovação no exame da Ordem dos Advogados como requisito para o exercício da advocacia. Artigo publicado no ano passado  aqui no Justiça em Foco , sob o título "Exame da Ordem: Medida Restritiva de Acesso ao Mercado".

Mais um artigo publicado sobre a exigência do Exame de Ordem, de autoria do escritor e jurista Vasco Vasconcelos que também já representou a Associação Ordem dos Bacharéis do Brasil(OBB), em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o Programa Mais Médicos, declarou durante a audiência no STF: “A feliz iniciativa do Governo Federal sepultou de vez Exame de suficiência para médicos e demais profissões, com exceção o Exame da OAB, esse que trilha na mesma direção e deverá ser extinto, visto que nenhum conselho de classe tem o direito de privar o profissional de servir a sociedade e garantir seu sustento em prol de seus interesses”. 
Em debate, Vasco Vasconcelos compara exigência do Exame da OAB com a ditadura.
 
Confira a íntegra do texto.


Escrito por Claudio Goes às 08h16
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Efeito Nildinha


Câmara vai bancar passagens para mulher de deputado

Ex-deputada federal, mãe do ministro do TCU, Vital da Rego Filho, Nilda Gondim, reivindicou a volta da farra de passagens para mulheres de deputados. Regalia custará cerca de 25 milhões ao contribuinte.

Zeca Ribeiro/Ag. Câmara

Eduardo Cunha atendeu a pedido de mulheres de deputados, feito durante sua campanha à presidência da Câmara

A Mesa Diretora da Câmara resolveu, nesta quarta-feira (25), liberar o uso de dinheiro público para transportar os cônjuges de deputados e deputadas entre suas cidades de origem e Brasília. Com a decisão, mulheres e maridos de parlamentares poderão utilizar a cota de passagens aéreas da Casa, restrita desde 2009 a deputados e assessores em viagens decorrentes do exercício do mandato. A medida foi tomada, na época, para acabar com a chamada farra das passagens aéreas, revelada pelo Congresso em Foco.

 

A liberação da verba para familiares foi reivindicada por um grupo de esposas de deputados durante a campanha de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em encontro promovido pela ex-deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), em João Pessoa, ele ouviu o pedido e se comprometeu a levar a proposta adiante. Eduardo Cunha se elegeu presidente da Câmara com 267 votos. Dos titulares da Mesa, apenas a terceira e o quarto-secretários, Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Alex Canziani (PTB-PR), votaram contra a mudança. Suplentes, Luiza Erundina (PSB-SP) e Mandetta (DEM-MS) também se posicionaram contra a medida, apoiada pelos demais integrantes do colegiado.

O compromisso assumido por Eduardo Cunha vai ser bancado pelos cofres públicos. O peemedebista alega que o impacto será nulo, porque não haverá aumento no valor do benefício, que varia de estado para estado. Mas parlamentares que não utilizam toda a verba a que tem direito ao longo de um mês poderão utilizar as sobras com o transporte do cônjuge.

Na última legislatura, que se estendeu de fevereiro de 2011 a janeiro de 2015, a Câmara gastou mais de R$ 131 milhões apenas com as passagens aéreas dos deputados por meio da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), o chamado cotão.

Os gastos com passagens aéreas compõem a segunda maior despesa do cotão na legislatura passada, atrás apenas da divulgação do mandato, que consumiu mais de R$ 135 milhões. Nos últimos quatro anos, a Ceap sugou mais de R$ 671 milhões, como mostrou a Revista Congresso em Foco.

Farra das passagens

Em 2009, o Congresso em Foco revelou em uma série de reportagens como deputados e senadores utilizavam a cota de passagens aéreas para voar com dinheiro público, transportando familiares, amigos, eleitores e até artistas, principalmente para destinos turísticos.

O uso indiscriminado e abusivo da cota de passagens aéreas alcançava parlamentares de todos os partidos, do presidente da Câmara à época até os congressistas menos conhecidos. Diante da repercussão do caso, as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado revisaram as regras, proibindo o transporte de parentes e as viagens internacionais e restringindo o benefício a parlamentares e assessores. Na época, a economia anunciada com a mudança nas normas passava dos R$ 25 milhões.

Mais sobre a farra das passagens



Escrito por Claudio Goes às 19h16
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Paraíba poderá ter novo ministro no governo de Dilma

O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB)

O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB)

Cúpula da CPI da Petrobras recebeu

doações de empreiteiras sob investigação

do Bol - São Paulo

Os nomes escolhidos para comandar a nova CPI da Petrobras na Câmara tiveram parte de suas campanhas bancada por empresas que são investigadas pela Operação Lava Jato. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

A investigação apura fraudes em licitações na estatal e pagamentos de propina a funcionários e políticos.

O presidente da CPI, o deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB), teve 60% de sua última campanha paga com recursos dessas empresas.

No ano passado, Motta recebeu R$ 451 mil das empreiteiras Andrade Gutierrez e da Odebrecht. No total, ele arrecadou R$ 742 mil para fazer campanha.

Relator indicado pelo PT, cuja escolha ainda precisa ser referendada pela comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ) recebeu R$ 962,5 mil das empresas Queiroz Galvão, OAS, Toyo Setal e UTC. O valor representa 39,6% da receita de sua campanha.

Essas empresas são apontadas pelo Ministério Público e já foram citadas por delatores como integrantes de um cartel. Executivos da OAS e da UTC atualmente já respondem a ações penais. Outros ainda são investigados.

Na CPI da Petrobras aberta na legislatura passada, um dos problemas apontados ao fim da investigação é que tanto as empresas como os políticos acabaram poupados pelos parlamentares.

(Com informações da Folha de S.Paulo)



Escrito por Claudio Goes às 11h22
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A praga do fisiologismo

Gabinete de Lira tem 46 servidores

Senador é campeão de nomeações em Brasília

O noviço senador Raimundo Lira (PMDB) é o campeão no número de empregos no gabinete parlamentar. São 46 servidores, contra 26 do gabinete de Cássio Cunha Lima (PSDB) e apenas seis no gabinete de José Maranhão (PMDB).

Dos nomeados por Maranhão, apenas um é comissionado – o seu motorista. Os cinco restantes ele recrutou do quadro de efetivos do Senado, dando assim por enquanto um perfil mais técnico ao grupo de colaboradores.

Lira manteve praticamente todos os assessores do antecessor, Vital do Rego Filho, dentre eles o jornalista Josué Cardoso, os advogados Juracy Félix Cavalcanti Júnior, Lacerda de Vasconcelos Elias e Luciano José Nóbrega Pires, além da esposa do jornalista Carlos Magno e outros parentes de aliados que Vitalzinho tinha no interior do Estado.

Dos 46 servidores a serviço de Lira, apenas sete foram nomeados por ele mesmo: Valderio Quirino de Moura, Nicholas Johnson Mota Fernandes, Marco Antonio Mendes Cavaleiro, Leyliane da Silva Pessoa Coelho, Joelina D’Arc de Arraes Mota, Francisco Roosevelt Alencar de Vasconcelos Leitão e Felipe Melo Azevedo Raposa.

Para fugir da lei do nepotismo, Raimundo Lira demitiu do gabinete a empresária Valkiria Felinto, sua cunhada esposa do irmão Tico Lira.

Já Cássio Cunha Lima, que tem vinte assessores a menos que Lira, mantém um seleto grupo de parentes de políticos, ou mesmo políticos de poucos votos, como é o caso do presidente estadual do PMN da Paraíba, o farmacêutico Antonio Bala Barbosa da Silva, que exerce cargo técnico no Senado, na condição de efetivo, desde 1982.

apalavraonline



Escrito por Claudio Goes às 11h12
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