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Jornalistas pessoenses têm pouca credibilidade Na capital, credibilidade é de menos, faturamento é o que interessa. O mais respeitado colunista do jornal Correio da Paraíba obteve 1% de credibilidade em pesquisa feita pelo portal do jornalista Anco Marcio. Rubens Nóbrega foi o último colocado na enquete que relacionou profissionais da imprensa de João Pessoa, alguns famosos pela sede por verbas das propagandas oficiais, como Rui Dantas, Giovannes Meireles. A amostragem da pesquisa revela que mesmo pertencendo a esquemas de empresários da comunicação, nos programas apresentados por Rui Dantas e Guiovannes Meireles, por exemplo, quem paga e quem podem assumir as despesas futuramente, têm espaço para se manisfestar. No Caso de Rubens Nóbrega, fica claro que o foco de suas opiniões e críticas obedecem a questões logísticas, simpatias ou vinganças, como é o caso da família Cunha Lima. Sobre o mais corrupto senador da história do Brasil, pelo tempo de mandato e pela quantidade de processos que responde e, por coincidência é seu patrão, Rubens faz de conta que não é com ele. Daí o resultado. Outra informação importante revelada por Anco Márcio: Rubens Nóbrega é funcionário federal, lotado na UFPB. O que Anco não disse é se Rubens adentrou no serviço público federal por concurso, como a lei obriga, ou se foi um dos agraciados por fazer como jornalista militante "caridade" ao reitor petista Neroaldo Pontes. Na Paraíba, para jornalista, o caminho para o sucesso, um bom contrato de publicidade e um emprego com estabilidade, fica mais fácil sendo colunista da empresa de Roberto Cavalcanti. Perguntou a enquete: Qual desses jornalistas age com total isenção? Resultado Rubens Nóbrega (1,04%), Rui Dantas (2,08%), Giovanni Meireles (2,08%), Gonzaga Rodrigues (12,50%), Batista Silva (39,58%), Nenhum deles (42,71%)
Escrito por Cláudio Goes às 21h33
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A Secom de Maranhão que os cassistas estão adorando Quem imaginou que o esquema Cunha Lima de imprensa iria se dar mal no governo de Zé Maranhão deu com os burros n'água 
Os portais de notícias que obedecem “recomendações” da Família Cunha Lima, como o pessoense WSCom e o horrível campinense ParaíbaOnline, faturam como nunca no governo de Zé Maranhão. Os aliados se queixam de estar sendo preteridos e recebendo menos. Sobre Lula o dono do Banco Itaú, Olavo Setubal revelou: se soubéssemos que iria ser tão bom ele seria presidente há mais tempo. A declaração do banqueiro, dita no primeiro governo Lula não foi à toa. Com a reeleição do petista, o Itaú de Setubal desbancou os estatais Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal e se tornou o maior banco do País. O exemplo de Setubal e o Itaú serve como uma luva para ilustrar como no governo de Zé Maranhão 3, os portais de notícias - se é que se podem chamar esses pasquins eletrônicos de portais, cuja linha editorial obedece orientação do grupo Cunha Lima, estão se dando bem com as verbas administradas pela secretária de comunicação Lena Guimarães. Especula-se que os contratos da Secretaria de Comunicação de Zé com os “inimigos” superem valores que recebem os “amigos”, principalmente os sediados em Campina Grande. Alguns sequer foram lembrados como é o caso do portal Rede de Notícias, do jornalista campinense Apolinário Pimentel que possui quantidade considerável de acessos.
Escrito por Cláudio Goes às 10h03
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Mesa de Bar Na Nova Cariri, um programa que mudou hábitos de campinenses amantes do rádio de qualidade. A história da cidade é recontada de forma descontraída e bem humorada por radialistas amantes de Campina Grande e bons de copo. Os frequentadores do Calçadão e do Café Aurora, na Praça da Bandeira, passaram a adotar hábitos diferentes nas noites de quinta feira. Estreou na Nova Rádio Cariri, no horário das 20 às 22 horas, o bem humorado e descontraído programa Mesa de Bar.
Uma equipe formada por Joací Oliveira, Gustavo Ribeiro, Mica Guimarães e o irreverente Zeca Boca de Bacia, recontam, entrevistando os mais conhecidos personagens da cidade, as estórias das épocas de glória, decadência, da boemia e dos boêmios de Campina Grande. Com menos de dois meses no ar, o programa tirou a velha guarda campinense da frente da televisão e "reduziu a audiência de coroas" da novela das oito. O primeiro entrevistado de uma série de personagens que se confundem com a história da cidade, o forrozeiro Biliu de Campina, o maior nome da música campinense da atualidade, queixou-se de ser tratado como quebra galhos. O advogado Lindenberg Martins, proprietário do mais respeitado restaurante da Paraíba, A Cantina de Manoel da Carne de Sol, relatou com orgulho como o seu pai, um humilde garçon de cabaré, constituiu e criou toda uma família, todos bem encaminhados e nomeou o finado Raimundo Asfóra como o mais ilustre cliente do estabelecimento. O empresário Evanoe Cunha Lima, filho do tabelião Ivandro Cunha Lima, após revelar um rosário de presepadas que praticou nas noites campinenses, emocionou os ouvintes ao relatar o drama sofrido com a morte do filho e o calvário que enfrentou ao pagar uma promessa em sua homenagem. O genial Zeca Boca de Bacia Um dos ingredientes naturais de uma mesa de bar é o bate boca após umas e outras. No Mesa de Bar, apesar de engatinhando, o clima parece ter esquentado.
O folclórico e irreverente Zeca Boca de Bacia, o agente Zero Zero Zeca, por motivos desconhecidos, após o programa especial em homenagem ao aniversário de Campina Grande, no domingo, dia 11 passado, anunciou que estava se afastando da equipe para tratar de assuntos pessoais. Assuntos pessoais para tratar em uma quinta feira a noite é compromisso com mesa de bar. Volta Zeca! Da água pro vinho Críticas são bem vindas quando se é humilde 
1 - O jornal matutino da Rádio Caturité, provavelmente após uma crítica do Blog, se livrou do chatissimo abraçador pernambucano, que transformara programa jornalístico em feira, com distribuição de mangaios. 2 - O jornalismo da TV Borborema resolveu cuidar da iluminação do stúdio e do melhor profissional de televisão da província, Anchieta Araújo. 3 - O editor apresentador da TV Paraíba, jornalista Carlos Siqueira, por sua vez, ao ser criticado por apresentar o jornal nobre da casa de maneira estática e fraseando as palavras, mudou a postura e agora se apresenta com elegância, mostrando por que é o editor e apresentador do jornal. Carlos Siqueira, ao invés de se mostrar arrogante e prepotente, fez prevalecer sua humildade, que só possui quem é grande para superar e crescer com as críticas. 4 - O dublê de leão de chácara e apresentador da TV Itararé, Paulo Florêncio, alertado por apresentar programa de entrevistas na emissora como se acabasse de degustar uma feijoada gratuita, com a aparência sonolenta, desleixadamente de pernas cruzadas e mexendo apenas com os lábios, prefere ameaçar quem o criticou de surras de cinturão. Por telefone, é claro. O adulador conhece as más qualidades de todo mundo e seus recalques. Só não descobre as suas, os seus, e o canalha que é. Canalha e frouxo. Ó pá tú, ó!  Salário de professor é abaixo da média em 16 estados; PB tem 2º pior do Brasil, segundo o MEC Levantamento realizado a partir de informações do Ministério da Educação (MEC) mostra que os professores da rede básica de educação de 16 estados recebem salário inferior à média nacional, de R$ 1.527 mensais. A Paraíba aparece com o segundo pior salário do Brasil, ficando a frente apenas de Pernambuco. Os professores do Distrito Federal são os mais bem remunerados – R$ 3.360, mais que o dobro da média brasileira. O Brasil tem 1,7 milhão de professores na rede básica de ensino Confira o quadro 
Escrito por Cláudio Goes às 09h28
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Qualquer relação com a Paraíba é mera coincidência Honoráveis Bandidos Um Retrato do Brasil na Era Sarney Livrarias rejeitam lançar "Honoráveis Bandidos" na terra de Sarney Sérgio Ripardo 
Um dos jornalistas mais respeitados do país conta os bastidores do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional pela família Sarney. Do Maranhão ao Senado, o livro mostra os cenários e histórias protagonizadas pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou o Maranhão no quintal de sua casa e beneficiou amigos e parentes. Com 50 anos de vida pública, o político mais antigo em atividade no país enfrenta escândalos e a opinião pública. É a partir daí que o livro puxa o fio da meada, utilizando as ferramentas do bom jornalismo investigativo. Sempre com muito bom humor, o jornalista faz um retrato do Brasil na era Sarney, os mandos e desmandos do senador e seus filhos, no Maranhão e no Congresso Nacional.
Os bastidores do enriquecimento e tomada do poder pela familia Sarney Com medo da família Sarney, nenhuma livraria em São Luís (MA) aceitou abrigar o lançamento de "Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na era Sarney", diz o jornalista Palmério Dória, autor da obraSarney se manifesta: "Não vi, não li, não me interessa" "Honoráveis Bandidos" nas livrarias maranhenses. Além de detalhar todos os escândalos envolvendo o clã do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o livro dedica um capítulo (nº 8, "O lado feminino") só para falar sobre as intimidades da família e de seu patriarca. Na página 91, Dória escreve: "Sarney achou que seus sonhos poderiam concretizar-se em Nova York - o senador delirava só em pensar na realização de seu fetiche sexual: lambidas em seu hálux, ou, na linguagem popular, o dedão do pé. E rumou esperançoso para a capital do mundo ocidental, entre os convidados da Globo para a entrega de um daqueles prêmios internacionais, em tempos de boca-livre total." Questionado pela Livraria da Folha sobre a fonte dessa informação, o jornalista não quis revelar. O autor diz que não é a primeira vez que sofre censura no Maranhão. Seu livro "A Candidata que Virou Picolé" (2002), sobre Roseana, filha do senador, foi colocado à venda nas bancas de São Luís, e teve todos os exemplares comprados pela família Sarney, afirma Dória, que confirmou presença no próximo dia 4 em São Luís. Será o primeiro lançamento do livro em uma capital nordestina. Dória diz que a família Sarney não tomou nenhuma ação jurídica contra sua obra, que narra o enriquecimento de parentes e interferências na máquina pública, ao longo de décadas. O autor afirma que seu livro também ficou de fora da exibição oficial da feira do livro realizada na cidade de Imperatriz (637 km de São Luís). Mas Dória não mostra preocupação com a ausência de livrarias interessadas em comercializar a obra. "Hoje dá para comprar qualquer livro pela internet"
Escrito por Cláudio Goes às 21h10
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Tomara que não chova - ou desabe Mercado da Prata é atentado a engenharia Obras já consumiram 9,5 milhões e ainda não ficaram prontas. 30% da área do mercado é descoberta e clientes ficarão desabrigados do sol, chuva e do frio. Feirantes afirmam que o que já era ruim piorou e protestam contra falta de espaço.  Aberturas na cobertura inviabiliza comércio do mercado com o sol, chuva e o frio 

Na praça de alimentação, na parte superior do mercado, o problema é maior por conta da proximidade com a cobertura
Feira de elite Ambulantes humildes estão proibidos de comercializarem no interior do mercado
Segurança privada expulsa pequenos ambulantes, vendedores de amendoim, balas e brinquedos. O comércio virou uma esculhambação e ruas continuam interditadas por falta de espaços no interior do mercado 
A desorganização e a impossibilidade de transitar na área exterior do mercado... 
...o improviso, a falta de higiene; barracas e ambulantes que continuam interditando ruas, impossibilitando o trânsito de veículos.
Escrito por Cláudio Goes às 08h28
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